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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Há.

Há consciência, apesar dos surtos.
Há coração, apesar de tanta desilusão e acidez.
Há corpo e alma, mesmo cansados.
Há um ser humano(!) com seus pesares, exageros, e seu pulsar que fala (muitas vezes) mais que o pensar.

Há esperança, apesar de tudo e todos.
Há esperança, mesmo quando se comete os mesmos atos imaturos, insanos.
Há esperança de ser diferente e de agir diferente.

Há esperança de se reconstituir.
Há esperança! Há esperança. Há.

Há?

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Eis que surge Maísa...

Tudo foi tão rápido... e aqui estou grávida de 7 meses de uma menina que esta vindo aí para sambalançar o mundão e que já está sambalançando toda a minha vida, Maísa - é seu nome. Pois é, apesar de já estar chegando à reta final, muita coisa ainda não foi assimilada. E sim, foi uma surpresa, não foi uma gravidez planejada (nada do termo "gravidez indesejada", agora minha filhinha saudável é o meu maior desejo), e até pelo fato de ter descoberto com mais meses (bem mais) do que imaginava está. E uma barriga que não "existia" há mais ou menos 2 meses atrás, agora está maior que o mundo e carregando um sentimento tão maior quanto ela. Lamentei tanto, chorei tanto, sofri... no início, confesso, que por estar grávida. Hoje os lamentos são outros - e quase inexistentes. Uma bebê que não estava nos meus planos, pelo menos, por uns 5 anos, agora está aqui na barriga só crescendo, vindo com mil novos planos para nossa vida.
Ontem parece que os últimos "fiozinhos" que me prendiam, e me faziam martelar muita coisa negativa, se romperam. Me sinto muito bem, e a Maísa é a maior responsável por isso. Nunca imaginei como seria ter um bebê dentro de mim, compartilhando não só alimentos, proteínas, mas sentimentos - é uma sintonia inexplicável, que só vai aumentando com o passar dos dias. Já nem consigo mais me imaginar sem ela. Ahhhh, Maísa, quero vê-la, minha menina, ser do meu ser...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

-

Rá! Volto aqui, não, não para escrever o quanto estou triste, o quanto queria que isso não tivesse chegado ao fim, mas que fim? - lá no fundo me pergunto. Não teve começo. E sim, "tentativas de inícios", de bons inícios, mas que foram interrompidas antes mesmo que começassem, de fato (talvez por não querer que acabassem - receios). Iniciar algo é arriscar-se a ter que "enfrentar" um dia o fim , e ter um "fardo" de carregar tantas lembranças, planos e sentimentos deixados para todo o tempo, em um meio. Não digo que seja de todo o mal, mas não é assim tão fácil., fica uma dorzinha, um vazio - não se sabe o tamanho dele. Mas passa, e fica o que foi bom. E foi muito bom.

E assim, chego ao fim(?) de uma história não iniciada, mas pensada.


[Sade embalando esta noite]

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Ên-fra-ses

Apaixonar-se por si,
não tem explicação!

Sinto até vontade de me apaixonar por alguém,
só para compartilhar esta paixão.

(calma! não faço questão de ser por agora)

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

-

‎"Libra Ascendente em Áries:
Conflitos entre estar só e de relacionar-se,
confere maior simpatia e otimismo,
decidido e dinâmico,
mas enjoa fácil de tudo,
seja mais responsável."

Inacreditável! Ascendente em áries, é, talvez isso explique bastante coisa... rsrs



#astrologiafeelings

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Já é 2011?

Confesso que não pensei nas minhas metas para este ano. Na verdade, o que não fiz foi parar para organizar tudo que pensei nesses últimos dias... nas metas, entre outras coisas. A universidade me consumiu de uma maneira. Mas enfim... eu volto, assim que respirar bem mais aliviada e de férias, com meus devaneios, crises, besteiras... Por enquanto, deixo a leve aparência de "blog deixado às moscas".




Já começou 2011? Ainda estou em 2010.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Fim de ano, já é ano novo.

Fim de ano, alguns "fazem" retrospectivas, outros reclamam daquilo tudo que não fez, fazem planos, promessas, e é sempre o mesmo comentário: "Nossa, como passou rápido!". E passou mesmo. As coisas que foram feitas, mas sem muito sucesso, são fracassos. As realizadas com sucesso, são vitórias. E as que importam. Aliás, o que importam? É fim de ano.
Fim de ano, tudo parece ter sido congelado, pertencer a um passado, não ter mais importância, ou foi o melhor ano, lembra daquilo lá? Como foi bom. É, até que não foi um ano ruim. É fim de ano.

Fim de ano? Nada. Já desdenhamos por demais ele. Não prestou, passou. Valeu a pena, passou. Já é ano novo. Planos, promessas, desejos, rezas, anotações... tudo certinho. Já é ano novo!
(Ainda era dezembro, mas não. Não era dezembro, era fim de ano. Muitos não o viveram, era fim de ano. Passou. E agora? Restaram algumas reclamações, muitas metas e promessas.)

Chega! Nada de fim de ano, porque já é ano novo. Hora de pensar nas metas. As mesmas que fizemos (e muitos anotam). Sim, maioria não cumprida. Então, é meta de novo. Vamos empurrando, quem sabe em 2059, eu consiga cumpri-las?

O fato é, a maioria nunca estará satisfeita e nunca será o momento certo de fazer o que tem se que fazer. As coisas se resumem apenas no que deu certo e errado, não tem meio termo, assim como parece não ter "meio ano". Dividem o ano em "Início e fim". Esquece de seu meio. Todo esforço, luta, aqueles dias longos e meses... nunca iam passar. Passaram! Meio de ano? Nada. É fim de ano, não, não. Já é ano novo!

Então:
Tchau, 2010. Que venha 2011!

FELIZ ANO NOVO!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Versos que te quero, meu amor!

Pensei na loucura, no amor, nos versos. Olhei bem, reparei o que podia, sonhei com tudo. Escutei cada reclamação, elogio, declaração, testemunho, conversas. Não que eu quisesse, mas não dependia de nenhum esforço pessoal. Foi natural. Reparei tudo. Não. Quase tudo. Te deixei passar. Te esqueci. Li sobre a loucura, o amor, li versos. Me apaixonei! Quero escrever... Não, não! Quero ler! Quer saber, eu quero mesmo é você, loucura dos versos de amor!


O que era não é mais.

Pensei mais do que podia. E me senti presa, limitada. E livre, livre. Presa. Como uma ave numa gaiola aberta.
Meu coração falou mais alto, e quase saiu pela boca. Na verdade, acho que saiu. Hoje não sei bem o que sinto. Ora um lamento, ora um consolo, ora... NADA!
Tudo que pensei que fosse não é mais. Tudo que queria que fosse, mentira, ilusão da minha cabeça tola. Queria pisar mais firme, e voar menos. Não, não. Talvez queria voar o mais longe possível, mas com os meus pés firmes no chão. Meus olhos não veem mais, estão perdidos por aí. Queria enxergar, mas fiquei cega. Não vi mais com o coração, apenas pensei demais. E já não sentia o que via, nem mais meu coração, murchou. Mas o vazio se preencheu. Hoje sou mais eu!

Constante a pensar. O coração a bater num ritmo inconstante. E os meus olhos? Não sei onde estão. Mas sei que ainda hei de encontrá-los por aí.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O fim do começo.

Fim de ano
já é ano novo.
Não seria fim de ano velho?

Fim de semana
já é início de semana.

Fim do dia,
é início da noite,
início de outro dia.

Fim dos tempos,
é um novo tempo!

Fim de um poema,
ponto final.

Começa tudo de novo.


Dizia Seu Raul:
"o fim, o início e o meio"

E o tempo passou

Passa-tempo

tempo passa.

Infância, biscoito

velhice chegando.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Esperar por que(m)?

Vivo nessa ansiedade
que me consome
por dentro
por fora

na espera
de algo
de alguém
de ninguém.

Na espera
de não ter mais
que esperar
por nada e
por ninguém!

domingo, 24 de outubro de 2010

domingo, 30 de maio de 2010

Ai-de-verbos em-mente.

Pensar demasiadamente
e esquecer.

Falar exageradamente
sem dizer.

Ler exaustivamente
sem compreender.

Ver,
ouvir,
sentir...

superficialmente
NÃO (a)profund-a-mente!

Ah...

faça-me um favor(?!)
de não me fazer favor algum.

sábado, 8 de maio de 2010

Poema-bobagem (ou não?!)

Ao extremo:
Ora vivendo, ora morrendo
por fora e por dentro
Enlouquecendo!


Na medida:
Quanto?
Nem mais, nem menos.
Na medida, por favor!



Quase uma promesa:
Nunca mais fazer, dizer
e escrever isso!

[03/05/2010]

-

Penso, penso, penso...quase enlouqueço. Faço um nó.
Por um minuto, sinto que tudo ficou claro. E uma decisão está tomada.
Esta que juro que não terá volta e nem desistência.
Basta apenas passar mais um minuto, para não saber mais nada...

[02/05/2010]