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terça-feira, 30 de agosto de 2011

devaneios de agosto.

Agosto de 2011, Brasília - DF. Tempo seco, umidade muito baixa. Volta às aulas. Matérias, textos, aulas, pessoas. Desânimo. Incluir matéria, retirar matéria. Dilemas. O que fazer? Não sinto mais o mesmo. Decepção. Perdas, ganhos. Decisões. Pensamentos. Dor de cabeça - quase eterna. Não pensar. Boca rachada. Alergia atacada. Corpo mole. Conflitos internos, externos. Política. Dúvidas. Desmotivação. Correria louca da vida, de pessoas, de acontecimentos. Cansei!

E continuo sem conseguir me mover. Não sei se é o tempo, se sou eu. Ou se é uma mistura doida disso e de outras coisas....



Leve o mundo,
que eu vou já.
(mas não me espere!)

domingo, 30 de maio de 2010

Ai-de-verbos em-mente.

Pensar demasiadamente
e esquecer.

Falar exageradamente
sem dizer.

Ler exaustivamente
sem compreender.

Ver,
ouvir,
sentir...

superficialmente
NÃO (a)profund-a-mente!

domingo, 16 de maio de 2010

Só por achar

Por achar
que tinha importância,
acabou tendo.

Desesperos, desilusões
deslizes e decepções...
só por achar, acabou sendo.

Por achar, acreditou.
Por acreditar, foi...

(des)ilusão,
(in)felicidade,
paixão.

Tudo isso
só por achar.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Brasília em um click!

Foto típica, mas com um outro olhar (ou não?!). rsrs



[Legenda: "Tem uma nuvem negra assombrando o Congresso" - Cecília Siqueira]

Meu complemento:
Há uma nuvem assombrando o mundo, as pessoas...a humanidade!
[...]


Foto: Luna Moreno.
[Final do ano passado!]
(Máquina do celular, por isso essa qualidade toda. rs)

sábado, 8 de maio de 2010

Poema-bobagem (ou não?!)

Ao extremo:
Ora vivendo, ora morrendo
por fora e por dentro
Enlouquecendo!


Na medida:
Quanto?
Nem mais, nem menos.
Na medida, por favor!



Quase uma promesa:
Nunca mais fazer, dizer
e escrever isso!

[03/05/2010]

-

Penso, penso, penso...quase enlouqueço. Faço um nó.
Por um minuto, sinto que tudo ficou claro. E uma decisão está tomada.
Esta que juro que não terá volta e nem desistência.
Basta apenas passar mais um minuto, para não saber mais nada...

[02/05/2010]

-

Queria amar (não) loucamente...

nem digo que loucamente,
muito menos amar, necessariamente.

A sensação de amar,
de enlouquecer por amor...


BASTAR-ME-IA!

[01/05/2010]

Crítica de um poema, um poema de uma crítica

"A poesia é o inutensílio. A única razão de ser da poesia é que ela faz parte daquelas coisas inúteis da vida que não precisam de justificativa. Porque elas são a própria razão de ser da vida. Querer que a poesia tenha um porquê, querer que a poesia esteja a serviço de alguma coisa é a mesma coisa que querer que o orgasmo tenha um porquê, que a amizade e o afeto tenham um porquê. A poesia faz parte daquelas coisas que não precisam de um porquê." (Paulo Leminski)


Quantas ideias,
sugestões,
temas

para um poema,
até mesmo dois
ou mais...

mas poemas não
foram feitos para serem
pensados, idealizados...

Tão pouco para
terem uma
reflexão genial,
uma lição
ou moral.

Porque se assim for,
não será um poema
e sim mais uma lição
ou moral de um mero texto
normal e/ou banal.

[30/04/2010]

Ser como uma dança?!

Gosto de pensar que posso ser como uma dança!
Podendo ter toda a sua variedade e de certo modo ser:
Ora clássica, ora contemporânea. E por que não folclórica?

Penso o quão bom é ser livre, livre para ser tudo aquilo que quer, que pode ser. Assim como a própria dança: poder mover-se com os sons interiores e exteriores, com os ares, e até mesmo com as pessoas.

Confesso fugir de tudo aquilo que quer me prender ou que me prende!

Eu quero viver, eu quero poder viver...eu quero dançar! Dançar sem parar, até que a música do meu ser não me deixe mais dançar!

(28/11/2009)

Em um guardanapo... (escritos - soltos)

Me sentia presa. Não conseguia escrever nem se quer uma palavra. De certo modo, não queria escrever. Nem tentava. Mas precisava. E eu sabia. Então uma tentativa. Em vão? Não sei.Pensava que só poderia escrever o que sentia. E não é preciso escrever e falar só de sentimentos. Não precisa, de fato, senti-los. Posso inventá-los...
(04/11/2009)

Em um guardanapo... (no pensar)

Estava eu, sentada, ouvindo música, num café do shopping, esperando a hora passar...e pensativa. Naquele mesmo momento, entre vários pensamentos com sentido e sem sentido, me veio uma vontade enorme de escrever... em um guardanapo. Eu sei, parece tolo, e é tolo. Só que nada saia no papel. Um branco total... Não sei se pelo excesso de coisas a escrever ou pela falta momentânea delas.E então escrevi qualquer palavra. Dessa palavra surgiu diversas outras, e quando fui ver já não era mais um guardanapo, e sim vários outros.[...]

( 04/11/2009)