quarta-feira, 16 de novembro de 2011

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Ah, declarações soltas na madrugada.
Toques singelos. Sentimentos.
Momentos, recordações.
Afagos, e uma certa paz,
e talvez
amor.

Tantas palavras ditas,
pensadas,
da boca pra fora.


Amanhã, mais nada.

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Os momentos e as recordações ficaram,
mesmo agora querendo esquecer
tudo que a faz lembrar você.


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Gilberto Gil - Deixar você


Deixar você
Ir
Não vai ser bom
Não vai ser
Bom pra você
Nem melhor pra mim

Pensar que é
Deixar de ver
E acabou
Vai acabar muito pior

Pra que mentir
E
Fingir que o horizonte
Termina ali defronte
E a ponte acaba aqui?
Vamos seguir
Reinventar o espaço
Juntos manter o passo
Não ter cansaço
Não crer no fim

O fim do amor
Oh, não
Alguma dor
Talvez sim
Que a luz nasce na escuridão

Da categoria "Breguinha" :p

terça-feira, 8 de novembro de 2011

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A vontade de gritar é tanta, que não consegue. Oscila entre lágrimas e falsas manifestações de tranquilidade. Distrai a si e aos outros/as com piadas ruins e conversas fiadas. Tudo para não pensar. Queria ter alguém para compartilhar suas aflições, mesmo que pareçam tolas. Porém, ao mesmo tempo, não quer que ninguém se envolva. Sente muito. Até com o que não devia. Queria não sentir, não dessa forma. Nunca desejou tanto "ser forte", e nunca se viu tão fraca e desamparada.
E jamais havia pensado que alguém fosse escrever isso como post. :p



domingo, 23 de outubro de 2011

Morningside - Sara Bareilles


I'm not scared of you now
Or so I say
There's no reason to run
Although I may
I'm not as sure as I seem
This much I know
What does it mean when you leave and I follow?
[...]

Keep my distance I tried
No use, no
But no matter the miles
I'm back to you.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

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Rá! Volto aqui, não, não para escrever o quanto estou triste, o quanto queria que isso não tivesse chegado ao fim, mas que fim? - lá no fundo me pergunto. Não teve começo. E sim, "tentativas de inícios", de bons inícios, mas que foram interrompidas antes mesmo que começassem, de fato (talvez por não querer que acabassem - receios). Iniciar algo é arriscar-se a ter que "enfrentar" um dia o fim , e ter um "fardo" de carregar tantas lembranças, planos e sentimentos deixados para todo o tempo, em um meio. Não digo que seja de todo o mal, mas não é assim tão fácil., fica uma dorzinha, um vazio - não se sabe o tamanho dele. Mas passa, e fica o que foi bom. E foi muito bom.

E assim, chego ao fim(?) de uma história não iniciada, mas pensada.


[Sade embalando esta noite]